quarta-feira, maio 03, 2006

Psicologia e emergência

Psicólogos e afins (assistentes sociais, psicopedagogos, sociológos, etc) interessados em participar em projecto nacional de intervenção em emergência enviem o c.v. com foto para :

anamagasantos@hotmail.com

Tonga

altura em decorreu o tremor de terra, hora de lisboa 04:26:35 PM

Factos sobre Tonga

Tonga é um estado da Polinésia que ocupa as ilhas do mesmo nome, também conhecidas como Ilhas dos Amigos. Confina a norte com o território francês de Wallis e Futuna e com Samoa, a nordeste com a Samoa Americana, a leste com os territórios neo-zelandeses de Niue e das Ilhas Cook e a oeste com Fiji. Para sul, as ilhas mais próximas são as Kermadec, pertencentes à Nova Zelândia. Capital: Nuku'alofa.

Oceania, archipelago in the South Pacific Ocean, about two-thirds of the way from Hawaii to New Zealand

Area
total: 748 sq km
land: 718 sq km
water: 30 sq km

Coastline:
419 km

Population:
114,689 (July 2006 est.)

Age structure:
0-14 years: 35.3% (male 20,679/female 19,843)
15-64 years: 60.5% (male 34,399/female 34,964)
65 years and over: 4.2% (male 2,059/female 2,745) (2006 est.)

Median age:
total: 20.7 years
male: 20.1 years
female: 21.3 years (2006 est.)

Economy - overview:
Tonga, a small, open, South Pacific island economy, has a narrow export base in agricultural goods. Squash, coconuts, bananas, and vanilla beans are the main crops, and agricultural exports make up two-thirds of total exports. The country must import a high proportion of its food, mainly from New Zealand. The country remains dependent on external aid and remittances from Tongan communities overseas to offset its trade deficit. Tourism is the second-largest source of hard currency earnings following remittances. The government is emphasizing the development of the private sector, especially the encouragement of investment, and is committing increased funds for health and education. Tonga has a reasonably sound basic infrastructure and well-developed social services. High unemployment among the young, a continuing upturn in inflation, pressures for democratic reform, and rising civil service expenditures are major issues facing the government.

Earthquake Magnitude 8.0 - TONGA

2006 May 3 15:26:35 UTC

Magnitude 8.0 (Great)
Date-Time
  • Wednesday, May 3, 2006 at 15:26:35 (UTC)
    = Coordinated Universal Time
  • Thursday, May 4, 2006 at 4:26:35 AM
    = local time at epicenter
  • Time of Earthquake in other Time Zones
    Location 20.035°S, 174.227°W
    Depth 16.1 km (10.0 miles) (poorly constrained)
    Region TONGA
    Distances 155 km (95 miles) S of Neiafu, Tonga
    160 km (100 miles) NE of NUKU'ALOFA, Tonga
    455 km (280 miles) S of Hihifo, Tonga
    2145 km (1340 miles) NNE of Auckland, New Zealand
    Location Uncertainty horizontal +/- 7.9 km (4.9 miles); depth +/- 32.2 km (20.0 miles)
    Parameters Nst=161, Nph=161, Dmin=725.7 km, Rmss=0.9 sec, Gp= 29°,
    M-type=moment magnitude (Mw), Version=6
    Source USGS NEIC (WDCS-D)
    Event ID usmgas

    terça-feira, maio 02, 2006

    1ª Conferência Nacional sobre a saúde do bombeiro

    "O Bombeiro: A Saúde a que tem direito"

    14 Maio 2006 Taguspark

    O Bombeiro:
    A saúde a que tem direito

    13h 00
    Abertura do secretariado
    14h 00
    Sessão de abertura
    Tema: Abordagem dos principais problemas
    de saúde a que estão expostos os bombeiros:
    Moderador: Prof. Doutor António Segorbe Luís
    Intervenções:
    - Efeitos dos fumos a curto e longo prazo na saúde
    respiratória (15min)
    Dra. Cecília Longo
    - Factores de risco cardiovascular (15 min)
    Dr. Mascarenhas Araújo
    - Stress pós traumático (15 min)
    Prof. Doutora Graça Cardoso
    - Hepatite e Sida medidas preventivas (15 min)
    Dr. José António Malhado
    Discussão 30 min
    16h 30
    Break coffee

    17h 00
    Tema: O risco de ser Bombeiro
    Moderador: Prof. Doutor Germano de Sousa
    Intervenções
    - Perspectiva médica: alguns números institucionais
    (15 min)
    Dr. José Cunha e Cruz
    - Perspectiva social (15 min)
    Arq. Helena Roseta
    Discussão 15 min
    17h 45
    Apresentação programa do projecto:
    “O Bombeiro: a Saúde a que tem direito”
    Grupo de trabalho:
    Dra. Cecília Longo,
    Dr. António Salema,
    Dra. Cristina Vieira
    (30 min)
    18h 15
    Conclusões e sessão de encerramento

    Nome:
    e-mail: Telefone:
    Morada:
    Profi ssão: Local de Trabalho:
    Resposta enviar para:
    1ª Conferência Nacional sobre a Saúde do Bombeiro
    Secretariado: Manuela Oliveira
    Av. Gago Coutinho, 151 - 1749 - 084 Lisboa
    e-mail: correio.bombeiro@gmail.com
    T: 919 051 274; 218 427 100 F: 218 427 101

    quinta-feira, março 23, 2006

    Bombeiros vão ter apoio psicológico

    A Associação Portuguesa de Bombeiros e Técnicos Especialistas (APBTE) nasce esta quinta-feira e tem como principal objectivo dar apoio psicológico e técnico, assim como formação, aos bombeiros de todo o país, desde comandantes a soldados. A iniciativa é privada e não tem fins lucrativos, por isso mesmo considera-se «independente».

    A APBTE vem preencher a falta de apoio técnico aos bombeiros. «Existe a Liga que funciona como entidade patronal e a Associação Nacional que tem uma vertente mais sindical. Esta nova associação está no "meio" e pretende aumentar o conhecimento quer através da investigação, quer da formação técnica», explicou em primeira mão ao PortugalDiário, Pedro Rios, porta-voz da APBTE.

    Um dos primeiros passos é ensinar os bombeiros a lidar com situações de «stress extremo» para que o cidadão possa ser melhor servido. Uma formação inicial que será completada sempre que os homens no terreno necessitarem. «Pela primeira vez os bombeiros vão ter ao seu dispor especialistas para dar assistência também a nível psicológico, além de técnico», explicou o responsável.

    A Associação está representa na Federação Europeia das Associações de Oficiais de Bombeiros e Portugal é já o mentor do modelo de Control Incident Stress Management (CISM) para a Europa. «Existe um modelo americano de gestão destas situações, no entanto, na Europa existia essa falha. Portugal assumiu essa responsabilidade de adaptar um modelo mais leve que o americano. Os outros países vão basear-se nos resultados da experiência portuguesa», adiantou.

    O apoio psicológico estará também disponível, numa fase posterior, para as vítimas de acidentes e fogos, desde que «não nos sobreponhamos às competências do ministério da Saúde.

    A APBTE é privada e vai ser financiada pelas cotas dos sócios que quiserem aderir. Em cima da mesa também estão protocolos com câmaras ou escolas. «Assim, podemos ser independentes e não depender de subsídios», explicou Pedro Rios. Apesar do carácter particular, associação já pediu audiências com a Protecção Civil e com o Ministério da Administração Interna.

    Do projecto consta também uma pós-graduação para jornalistas e um jornal on-line.

    quarta-feira, março 22, 2006

    A DEPENDÊNCIA ÀS EMOÇÕES, ÀS RECORDAÇÕES E A SUA INFLUÊNCIA SOBRE O NOSSO CORPO E PSIQUE

    Nos próximos dias 12 e 13 de Abril realiza-se o seminário «A dependência às emoções, às recordações, e a sua influência sobre o nosso corpo e psique». Segundo Irène De Wit, o seminário que, como todos os seminários que realiza, pretende ser dinâmico e de inter-relação com os participantes, tem por objectivo «mostrar como usar o nosso pensamento de forma adequada e como ter acesso a certas partes do nosso cérebro de forma a aprender a gerir o que representa o sofrimento», assim como aprender a redesenhar o mapa das nossas expectativas e manifestar as escolhas que fazemos ao longo da vida, para «regenerar corpo e mente». Iniciando uma análise da nossa mente, Irène De Wit pretende «ajudar os participantes a resolver as problemáticas das suas vidas, criando objectivos por tomadas de consciência, ajudar a encontrar fórmulas adequadas de gerir o stress, os medos, e, em última instância, gizar estratégias de combate às dependências e à doença».

    Entre os assuntos que serão abordados destacam-se «Stress e sobrecarga emocional»; «As diferentes dependências em relação ao stockage bioquímico»; «O percurso existencial e as nossas recordações»; «O pensamento como estruturante do nosso somático», «O papel fundamental da ressonância e do medo nas perturbações psicológicas e ao nível lesional»; «A estruturação do “eu”»...

    A investigadora, que se notabilizou como conferencista internacional dissertando sobre temáticas como a física quântica, o processo de resiliência, biologia quântica, o transgeracional, re-informação celular, as aromaterapias, e o poder dos elixires florais, entre outras matérias, é também membro fundador da organização não governamental (ONG) “Resiliência no Líbano” – suspensa há dois anos devido aos acontecimentos no Médio Oriente. Nesse âmbito, tem desenvolvido um trabalho aprofundado no campo das matérias dedicadas ao pós-traumático, nomeadamente no acompanhamento psicológico de refugiados que pedem asilo na Bélgica.

    Nascida em Anvers, onde exerce psicoterapia há mais de três décadas e se dedica à pesquisa da denominada alquimia vegetal (área em que Iréne De Wit é considerada como pioneira a nível mundial e uma das principais seguidoras do trabalho do Prof. Edward Bach, médico inglês que ficou conhecido pelas suas investigações clínicas no campo das terapêuticas florais e suas aplicações no tratamento das perturbações psicológicas) é autora da obra “Alchimie des fleurs d’Ardenne” (editora Memory Press).

    De acordo com Irène De Wit, é objectivo do primeiro seminário, que se realiza dias 12 e 13 de Abril no Hotel Barcelona, abranger não só profissionais de saúde, nomeadamente psicólogos, médicos, homeopatas, e outros profissionais ligados a esta área, mas também o público em geral. A investigadora belga afiança que esta iniciativa pedagógica irá contribuir para a aprendizagem do redesenhar do mapa das expectativas pessoais e como manifestar as suas opções de vida. Segundo Irène De Wit, o seminário versará um conjunto de temáticas que alicerçam o processo de regeneração do corpo e mente.

    Programa do seminário a realizar dias 12 e 13 de Abril, no Hotel VIP Executive Barcelona, rua Laura Alves, nº10 – atrás da antiga RTP
    (seminário a realizar em francês, com tradução):

    - Stress e sobrecarga emocional
    - As diferentes dependências em relação ao stockage bioquímico
    - O pensamento como estruturante do nosso somático
    - O percurso existencial e as nossas recordações
    - O papel fundamental da ressonância, do medo, nas perturbações psicológicas e ao nível da lesão
    - A estruturação do “eu”
    - As nossas emoções na estrutura familiar

    Para mais informações, contactar:

    Dra. Elisabete Agostinho
    (Coordenação e Comunicação)

    elizabete_agostinho@yahoo.fr

    96 520 31 40

    Preço da participação: 200 € (Este preço inclui a entrega do Certificado de Participação)
    Os participantes deverão fazer o pagamento de 50 € no acto de inscrição, completando-o à sua chegada ao seminário.

    Enviar o formulário com o meio de pagamento seleccionado para:

    Dra. Elisabete Agostinho
    Avenida das Descobertas, nº43 1º Dto.
    2670 – 384 Infantado Loures

    terça-feira, fevereiro 14, 2006

    CURSO DE INTRODUÇÃO À CLÍNICA DO STRESS E DO TRAUMA

    Instituto Superior Miguel Torga http://www.ismt.pt/curso.asp?id=132

    OBJECTIVO:
    No final do curso, os formandos deverão ser capazes de Compreender a complexidade e riqueza do conceito e processos do stresse;Distinguir as perspectivas biológica, sociológica e psicológica do stresse, e, dentro da biológica, distinguir a psiconeuroendocrinologia do stresse agudo e do stresse crónico;Compreender o conceito de coping e enquadrá-lo no contexto dos processos de stresse;Explicar a relação entre stresse e saúde e desenvolvimento pessoal, por um lado, e, por outro, entre stresse e doença;Conhecer e saber utilizar técnicas clínicas para melhorar o coping individual, entre as quais o auto-diagnóstico de stresse, relaxamento, debate cognitivo, etc.; Compreender e explicar a relação neuroendócrina entre stresse agudo (trauma) e perturbação pós-stresse traumático (PPST);Identificar e distinguir tipos de traumas e suas características psicopatogénicas;Conhecer e aplicar técnicas de apoio psicológico em emergência a vítimas de traumas e tragédias; Conhecer e saber administrar tratamentos psicológicos para indivíduos com PPST.




    PROGRAMA:
    1. Stresse
    1.1 Modelos médico, sociológico e psicológico do stresse
    1.2 Modelo integrador
    1.3 Processos do stresse (causas, percepção, sintomas da resposta de stresse, coping)
    1.4 Da resposta de stresse à doença e do coping à saúde
    2. Clínica do stresse
    2.1 Estratégias e técnicas clínicas e psicoterapêuticas que melhoram os actos de coping 3. Trauma
    3.1 Tipos de trauma
    3.2 Neurobiologia do stresse traumático
    4. Clínica do trauma
    4.1 Stress Debriefing e outros modelos de intervenção psicológica no trauma
    4.2 Tratamento da Perturbação Pós-Stresse Traumático





    METODOLOGIA:
    Serão privilegiados métodos activos (aprendizagem experiencial; debates e discussões; descoberta guiada; grupos de trabalho; estudos de caso/casos clínicos) em combinação com métodos expositivos.




    DESTINATÁRIOS:
    Psicólogos, médicos, enfermeiros, assistentes sociais e outros profissionais de saúde interessados nos temas.




    DURAÇÃO TOTAL
    DA FORMAÇÃO:

    30 Horas




    FORMADORES:
    Dr. Marco Ramos (Psicólogo; Psicoterapeuta; Docente da Escola Superior de Saúde da Universidade de Coimbra)
    Dra Joana Mascarenhas (Psicóloga)





    COORDENAÇÃO:
    Dr. Marco Ramos




    DATAS/HORÁRIO DA
    FORMAÇÃO:

    5, 12, 19 e 26 de Maio e 2 de Junho
    Das 10.00 às 13.00 e 14.00 às 17.00





    LIMITE DE INSCRIÇÕES:
    20




    PREÇO:
    170.00 €




    MODALIDADES DE
    PAGAMENTO:

    85.00€x 2 prestações (a 1ª no acto de inscrição e a 2ª à data do "términus" do Curso)




    LOCAL DE PAGAMENTO:
    Secretariado da AFP Largo da Cruz de Celas nº 1 3000-132 Coimbra

    sábado, janeiro 28, 2006

    Ministério não controla apoio psicológico a alunos

    O Ministério da Educação não está a par do que está a ser feito em termos de apoio psicológico aos alunos nas escolas. Não existe informação sobre como funcionam os serviços de psicologia e orientação que abrangem o ensino pré-escolar, o ensino básico e o ensino superior.

    Os serviços de psicologia e orientação foram criados em 1991, altura em que Cavaco Silva era ainda primeiro-ministro, com o objectivo de assegurarem «a realização das acções de apoio psicológico e orientação escolar e profissional previstas no artigo 26º da Lei de Bases do Sistema Educativo».

    «Neste momento existem essas estruturas, que o anterior Governo tentou extinguir, mas estão a funcionar com um número reduzido de psicólogos. A última vez que abriu concurso para integração destes profissionais nos quadros do Ministério da Educação foi em 1997», explica ao PortugalDiário Manuela Castelo Branco, presidente do Sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP).

    «Na Europa, a média é de um psicólogo por cada 400 alunos. Em Portugal, a média é de um psicólogo por cada 4000 alunos. É um serviço notoriamente insuficiente», explicita a psicóloga.

    Muitas vezes, a situação que se encontra é a de um psicólogo afecto a um distrito, que «visita todas as escolas», o que faz com que «fique quase cinco ou seis meses sem voltar a uma determinada escola», o que «denigre a imagem dos psicólogos, que ficam conhecidos como aqueles que aparecem de vez em quando», diz Manuela Castelo Branco.

    Segundo a psicóloga, o sindicato já expôs a situação «ao Ministério e até na Assembleia da República, mas ainda não tivemos resposta».

    O PortugalDiário tentou averiguar junto da tutela como decorre o trabalho destes serviços, quantos alunos recebem apoio psicológico e quantas escolas contam com estes serviços. No entanto, a única resposta que a assessoria do Ministério deu foi que «não existem neste gabinete dados relativos à questão».

    Desde 1986 que está contemplada na lei a questão do apoio psicológico e orientação escolar e profissional nas escolas. Segundo estabelecido na Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86), «o apoio no desenvolvimento psicológico dos alunos e à sua orientação escolar e profissional, bem como o apoio psicopedagógico às actividades educativas e ao sistema de relações da comunidade escolar, são realizados por serviços de psicologia e orientação escolar profissionais inseridos em estruturas regionais escolares».

    Já em Maio de 1991, um decreto-lei determina a criação de «estruturas especializadas de orientação educativa que, inseridas na rede escolar, assegurem a realização de acções de apoio psicológico e orientação escolar e profissional».

    No mesmo decreto-lei, ficam definidos os modelos de organização dos serviços: «Pelo carácter globalizante da educação pré-escolar e do 1º e 2º ciclos do ensino básico configurou-se um modelo de intervenção dominantemente psicopedagógico, enquanto no 3º ciclo do ensino básico e no ensino secundário a intervenção dos serviços inclui a vertente de orientação escolar e profissional».

    O principal objectivo destes serviços é «prestar apoio de natureza psicológica e psicopedagógica a alunos, professores, pais e encarregados de educação, em «instalações próprias, adequadas ao exercício da sua actividade» dentro da escola.

    Quanto à orientação técnico-normativa dos serviços, «é da responsabilidade da competente estrutura central do Ministério da Educação, que deverá promover a elaboração de material técnico-científico e de informação escolar e profissional necessário ao desenvolvimento das suas actividades».

    A criação dos serviços é efectuada «sob proposta dos directores regionais de educação». Depois de feita a proposta, «a Direcção-Geral dos Ensinos Básico e Secundário apresentará o plano anual de início de funcionamento dos serviços, o qual será aprovado por despacho conjunto dos Ministros das Finanças e da Educação».

    Ordem dos Psicólogos alarga acesso a apoio psicológico

    Deverá estar operacional no início de 2007 e será essencial para controlar as boas práticas da profissão e para alargar as possibilidades de acesso a apoio psicológico.

    A Ordem dos Psicólogos, que deverá estar operacional no início de 2007, é essencial para controlar as boas práticas da profissão e para alargar as possibilidades de acesso a apoio psicológico, defendeu hoje o presidente da comissão instaladora.

    Depois de a criação da Ordem dos Psicólogo ter sido aprovada na generalidade a 15 de Dezembro pela Assembleia da República, falta apenas uma formalidade parlamentar (uma votação final global) para conquistar "um desejo de há mais de 20 anos".

    O presidente da comissão instaladora da Ordem, Telmo Baptista, sublinhou à agência Lusa que esta estrutura "vai ser muito importante quer para os psicólogos quer para os utentes".

    "Temos muitos psicólogos e temos muita necessidade de psicólogos. Mas não há um encontro entre as duas coisas. Nós queremos promover esse encontro", disse, acrescentando que a Ordem deverá estar operacional no início do próximo ano.

    A Ordem vai tentar contribuir para aumentar a prestação de apoio psicológico, alargando as possibilidades de acesso a um psicólogo nas diferentes áreas (clínica, educacional, empresarial).

    "Muitas pessoas podem precisar de ajuda psicológica e dirigem- se a um centro de saúde, mas a maioria não tem psicólogo", exemplificou.

    Para Telmo Baptista, a intervenção de um profissional de psicologia pode ainda ajudar a combater ou prevenir o absentismo no trabalho.

    "No absentismo há muitas vezes factores psicológicos. Se for feito um atendimento a tempo e horas haverá um ganho substantivo para a pessoa e para a entidade empregadora", justificou, alegando que falta generalizar a presença de um psicólogo nas empresas ou instituições públicas.

    Também nas escolas, Telmo Baptista considerou que "falta ainda um longo caminho a percorrer", não tanto no apoio vocacional, mas sobretudo na área de apoio psicológico.
    A Ordem poderá ainda servir como local onde alguém pode manifestar o seu desagrado caso fique insatisfeito com os serviços de um psicólogo, o que actualmente não é possível.

    No caso de suspeita de comportamento incorrecto, a Ordem pode instaurar processos ou abrir inquéritos e aplicar as respectivas sanções, à semelhança do que acontece noutras ordens profissionais, como a dos médicos ou dos advogados.

    Passarão a ter acesso à Ordem os licenciados em psicologia com estágio curricular feito.

    Até aqui existia apenas a Associação Pró-Ordem dos Psicólogos, criada em 2002 e que tem mais de 2.300 associados, que sempre lutou pela criação da Ordem.
    "Uma associação tem um carácter de adesão que é totalmente opcional, já uma ordem não é opcional. Tem de se pertencer para exercer a profissão", explicou Telmo Baptista.

    A comissão instaladora está agora a preparar o código de ética pelo qual vão ter de se reger os psicólogos portugueses, um documento onde a questão da confidencialidade da intervenção psicológica é "central".

    "É uma questão centralíssima, mas também com consenso total entre os psicólogos", disse o responsável.
    A constituição da Ordem vai ainda ajudar a saber quantos psicólogos existem em Portugal, já que apenas se conhece ao certo o número de licenciados em psicologia, que é de 14 mil.

    Ao passado pertencem algumas questões, como a conflitualidade entre psicólogos e psiquiatras: "hoje em dia há um trabalho muito colaborativo, de complementaridade, um trabalho conjunto que só traz benefícios".

    1º Simpósio

    PERTURBAÇÃO PÓS-STRESS TRAUMÁTICO
    PORTALEGRE
    17 DE FEVEREIRO DE 2006
    AUDITÓRIO DO NERPOR
    Parque de Feiras e Exposições de Portalegre

    PROGRAMA

    09h00 - Entrega de documentação e Recepção aos participantes

    09h15 – Wellcome Coffe

    09H30 – SESSÃO DE ABERTURA

    10h00 – Mesa Redonda

    Perturbação Pós-Stress traumático

    “A Perturbação de Pós- Stress traumático”
    • Dr. Paulo Góis, Psiquiatra, Hospital do Espírito Santo, Évora

    “A realidade Portuguesa”
    • Dra. Susana Oliveira, Psicóloga, “Associação Apoiar”

    “O Pós -Stress Traumático nas Forças armadas Portuguesas”
    • Dra. Mónica Fernandes, Psicóloga Hospital Militar Principal

    “A realidade dos Bombeiros Portugueses”
    • Dra. Ana Margarida Santos, Psicóloga, B.V. Amadora

    • Moderador: Dr. Monteiro Ferreira, Psiquiatra, Hospitais da Universidade de Coimbra

    11H45 – PAUSA PARA CAFÉ

    12h00 – Conferência

    Perturbação Pós-Stress Traumático: Resultados de um Estudo efectuado com os Bombeiros do Distrito de Portalegre

    Escola Superior de Saúde de Portalegre- Vertente de Saúde Mental e Psiquiatria
    • Alunos da 4ª Lic. B do Curso Superior de Licenciatura em Enfermagem
    • Prof. João Claudino; Raul Cordeiro; Miguel de Arriaga

    Comentadores:

    • Dr. Abel Ramos, SNBPC

    • Belo Costa, Coordenador do SNBPC-CDOS Portalegre

    13H00 – PAUSA PARA ALMOÇO

    14h00 – Mesa Redonda

    Gestão de Factores de Stress na Área de Emergência
    • Enf. Nelson Guerra, Presidente do CDR Sul da Ordem dos Enfermeiros
    • Dr. Nelson Olim, Médico Cirurgião

    • Moderador: A designar

    15h00 – Mesa Redonda

    Intervenção na crise: serviços de emergência
    • Enf. Jorge Marques, Hospital Dr. José Maria Grande, Bombeiros Voluntários de Portalegre
    • Dra. Joana Faria, Psicóloga, INEM

    Moderador: A designar

    15H45 – PAUSA PARA CAFÉ

    16h00 – Mesa Redonda

    Intervenção terapêutica

    “Intervenção terapêutica”
    • Dr. Monteiro Ferreira, Psiquiatra Hospitais da Universidade de Coimbra

    “Realidade Virtual e Pós- Stress Traumático”
    • Dr. Jorge Oliveira (ULHT) “Realidade Virtual e Pós- Stress Traumático”

    “Intervenção Psico…terapêutica”
    • Dr. Bruno Brito (Psicólogo)

    • Moderador: Dr. Manuel Sardinha, Psiquiatra, Hospital Dr. José Maria Grande

    17h00 – SESSÃO DE ENCERRAMENTO

    INSCRIÇÕES

    INSCRIÇÃO GRATUITA (CONDICIONADA À CAPACIDADE DO AUDITÓRIO)
    CONTACTOS:
    E-MAIL: simposioptsd@gmail.com
    CDOS PORTALEGRE, RUA GARRETT Nº5 2ºESQ. 7300-183 PORTALEGRE
    TELEFONE: 245366857
    FAX: 245366780